segunda-feira, 26 de outubro de 2009

será que existe diferença entre Amor e Amizade

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade.Ele disse me essa verdade...
O Amor é mais sensível,a Amizade mais segura.
O Amor dá nos asas,a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,na Amizade compreensão.
O Amor é plantado e com carinho cultivado,a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida companheira.
Mas quando o Amor é sincero ele vem com um grande amigo,e quando a Amizade é concreta,ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo ou uma grande paixão,ambos sentimentos coexistem
dentro do coração. Ambos moram na mesma morada...

Hoje acordei assim...

...Hoje acordei com as galinhas pensando que lá vou eu mais um dia trabalhar (TUDO O MESMO, TUDO IGUAL)....porém, acordei a procurar com o olhar a minha felicidade, a felicidade dos outros. É sempre bom lembrar que às vezes, podemos estar enganandos, e no nosso trabalho existe felecidade...se a quisermos olhar.
Ninguém tem os nossos momentos de felicidade, alegria, nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.O que custa dizer um "Bom dia!" com muita VONTADE? Um sorriso sincero e sem esforço, porque afinal, são estes os momentos felizes que queremos ter. Já os temos mas não os olhamos, já os sentimos mas recusamos, porque afinal damo-los como garantidos.
Nunca dêm nada como garantido, vão quere, pois um dia vão querer desejar um BOM DIA a esse alguém e esse alguém pode já não entre nós vão querer espalhar um lindo sorriso a alguém que já desistiu do seu sorriso....

O meu momento feliz hoje começou com um BOM DIA e uma festinha á minha gatinha, abri-lhe a janela e durante segundos apreciamos um cèu carregado de nuvens cor-de-rosas (era de madrugada)

Por isso, BOM DIA todos com muita VONTADE!!!!

domingo, 25 de outubro de 2009

descrição do amor

Se eu falar em Línguas de homens e de anjos, mas não tiver amor, tenho-me tornado um pedaço de latão que ressoa ou um címbalo que retine.

E se eu tiver o dom de profetizar e estiver familiarizado com todos os segredos sagrados e com todo o conhecimento, e se eu tiver toda a fé, de modo a transplantar montanhas, mas não tiver amor, nada sou.

E se eu der todos os meus bens para alimentar os outros e se eu entregar o meu corpo, para jactar-me, mas não tiver amor , de nada me aproveita.

O amor é longânime e benigno.

O amor não é ciumento, não se gaba, não se enfuna, não se comporta indecentemente, não procura os seus próprios interesses, não fica encolerizado. Não leva em conta o dano. Não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade. Suporta todas as coisas, acredita todas as coisas, espera todas as coisas, perservera em todas as coisas.

O amor nunca falha!

Parabêns Mana

Á minha Irmã
Ainda a pouco deixei teu caloroso abraço e já me parece que foi hà seculos que me separaram de ti, é como se uma parte de mim fosse deixada contigo. É esquisito ver o tempo passar à medida que o comboio se desloca e pensar que a distância se entrepôe entre nós, contigo todas as coisas que penso perdidas renascem do nada para se apoderarem de mim. Contigo toda a minha criancisse volta, toda a meiguice e doçura que penso perdida está a flor da pele, e ser inocente e genuina é bastante facil.
Com muito amor, parabéns mana

Sono meu...sonho meu

A visão do sorriso perfeito e encantador era clara e mais uma vez se repetia.
Ah... Quantas vezes já não havia me deparado e presenciado tal beleza?
O mais desanimador era saber que não se passava de um longo e mágico sonho.
Apertei meus olhos, afim de prender aquela imagem límpida e calorosa dentro deles. A tornaria prisioneira se fosse possível.
Mas não era.
Mais uma vez o dono dos meus sonhos mais aventureiros e profundos partia sem se despedir formalmente. Apenas sorria em forma de um convite informal.
Fadas, gnomos, duendes, castelos, príncipes, princesas. Tudo tão fantástico, sonhador. Porém, o dono do sorriso radiante, o dono da inspiração e meu sorriso que se tornara constante após sua visita, era ainda mais fantástico, e me tornava sonhadora. Com limites improváveis.
Baixei os olhos para a cômoda ao lado da cama, abri a gaveta e de dentro dela tirei uma noz que deixava guardada. Meu amuleto protetor. E então a pousei sobre meu peito, o que me trazia certo alivio sem confirmações, pois a dor de não poder ter a imagem em tempo real era constante e desanimador.
Fechei meus olhos com a vaga esperança de então adormecer e poder sonhar novamente.
Quando meus sentidos, todos já adormecidos, um nevoeiro se formou diante de mim, aos poucos foi sumindo e quando enfim havia desaparecido por completo, a imagem mais desejada se formou diante de mim.
Seus olhos me lançavam um olhar profundo, e suas mãos afagaram meus cabelos. Cantou em sussurros uma cantiga de ninar doce. Ele estava ali para que enfim eu pudesse adormecer sem me preocupar em perdê-lo novamente de vista.
Então eu pude adormecer na presença da imagem inspiradora, sem medo de estar novamente sonhando...